E aconteceu o que todos já esperávamos – alguns há mais tempo que outros: Once Upon a Time chegou ao seu fim. Não oficialmente, visto que a ABC ainda não fez o anúncio do cancelamento da série. Ao contrário, confirmou a renovação! Porém, com a baixa audiência da 6ª temporada, que acaba de terminar, e a confirmação da saída de Jennifer Morrisson (Emma), Ginnifer Goodwin (Branca de Neve), Josh Dallas (Príncipe encantado), Rebecca Mader (Zelena), Jared Gilmore (Henry) e Emillie de Ravin (Bella) – ou seja, quase todos os protagonistas originais –, é como se estivéssemos sentados ao lado de um leito de morte, apenas esperando acontecer, e o episódio final só fez deixar mais claro que não existem mais esperanças. Pelo menos, foi um final feliz.

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“Finais felizes não são sempre o que nós pensamos que eles serão.”

É claro que, diante da confirmação da continuação, os roteiristas se esforçaram para deixar um gancho ao final do episódio. Porém, é um gancho para uma realidade completamente diferente – talvez interessante para um spin-off futuro –, que marca o fim de Once Upon a Time como a conhecemos. E, mesmo com essa possibilidade, foi um final para destruir corações. Foi a batalha final da Salvadora contra o mal maior – a qual não poderia ser menos impactante. E esse mal maior, como já sabemos, foi a Fada Negra e sua maldição para destruir Emma e toda a luz que existe no mundo.

Apesar dos elogios feitos pelas personagens em relação à engenhosidade da maldição, ela é bem cheia de furos e a batalha final não deu nem tempo para gente ficar nervosa, porque piscamos o olho e já acabou. Mas o que pesa é o depois. Porque conto de fada nenhum que se preze termina sem um final feliz. E teve um para todo mundo: foram cenas bem recheadas de referências ao início da série, a personagens que se foram, situações passadas juntos – uma digníssima sessão nostalgia com direito a uma referência bem torta no final, mas que a gente até perdoa, depois de tudo.

No mais, a qualidade do drama, do elenco, dos efeitos, da direção, nada mudou. Foi uma hora e meia de OUaT tão deliciosamente brega quanto conhecemos, desde sempre. E isso fez com que esse final fosse único, para todo mundo chorar muito, mesmo botando defeito, e já sentir saudade!

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E aconteceu o que todos já esperávamos – alguns há mais tempo que outros: Once Upon a Time chegou ao seu fim. Não oficialmente, visto que a ABC ainda não fez o anúncio do cancelamento da série. Ao contrário, confirmou a renovação! Porém, com a baixa audiência da 6ª temporada, que acaba de terminar, e a confirmação da saída de Jennifer Morrisson (Emma), Ginnifer Goodwin (Branca de Neve), Josh Dallas (Príncipe encantado), Rebecca Mader (Zelena), Jared Gilmore (Henry) e Emillie de Ravin (Bella) – ou seja, quase todos os protagonistas originais –, é como se estivéssemos sentados ao lado de um leito de morte, apenas esperando acontecer, e o episódio final só fez deixar mais claro que não existem mais esperanças. Pelo menos, foi um final feliz. "Finais felizes não são sempre o que nós pensamos que eles serão." É claro que, diante da confirmação da continuação, os roteiristas se esforçaram para deixar um gancho ao final do episódio. Porém, é um gancho para uma realidade completamente diferente – talvez interessante para um spin-off futuro –, que marca o fim de Once Upon a Time como a conhecemos. E, mesmo com essa possibilidade, foi um final para destruir corações. Foi a batalha final da Salvadora contra o mal maior – a qual não poderia ser menos impactante. E esse mal maior, como já sabemos, foi a Fada Negra e sua maldição para destruir Emma e toda a luz que existe no mundo. Apesar dos elogios feitos pelas personagens em relação à engenhosidade da maldição, ela é bem cheia de furos e a batalha final não deu nem tempo para gente ficar nervosa, porque piscamos o olho e já acabou. Mas o que pesa é o depois. Porque conto de fada nenhum que se preze termina sem um final feliz. E teve um para todo mundo: foram cenas bem recheadas de referências ao início da série, a personagens que se foram, situações passadas juntos – uma digníssima sessão nostalgia com direito a uma referência bem torta no final, mas que a gente até perdoa, depois de tudo. No mais, a qualidade do drama, do elenco, dos efeitos, da direção, nada mudou. Foi uma hora e meia de OUaT tão deliciosamente brega quanto conhecemos, desde sempre. E isso fez com que esse final fosse único, para todo mundo chorar muito, mesmo botando defeito, e já sentir saudade! Gosta de televisão? Então aqui é o seu lugar. Siga a Revista Pixel TV no Facebook, no Twitter e também no Instagram!

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