Uma das séries de maior sucesso da Netflix retornou para a segunda temporada com toda a pompa e circunstância! Depois de um primeiro ano arrebatador e introdutório, a atração está de volta para solucionar os mistérios que ficaram em aberto e mostrar as consequências do ataque do Dermogogon na pequena cidade de Hawkins.

O novo ano de Stranger Things começa exatamente um ano após os acontecimentos da primeira temporada (estratégia, aliás, que serviu para disfarçar o crescimento de seu elenco infantil). Nesse sentido, é possível ver um Will (Noah Schnapp) assombrado pelo Mundo Invertido, para onde foi levado no início da história, e uma Joyce (Winona Ryder) ainda mais superprotetora. É a partir do trauma do garoto que todo o novo ano se desenvolve. Com menos sustos e um roteiro melhor trabalhado, a série retorna com um show de interpretação de Noah Schnapp, ator bem pouco utilizado anteriormente.

Eleven (Millie Bobby Brown) é outra personagem que ganha profundidade. A jovem deixa de ser apenas uma experiência de laboratório, descobre detalhes de seu passado e aprende a controlar melhor os seus poderes. Ponto positivo também para a relação construída entre a menina e Hopper (David Harbour). Solitários e individualistas, os dois aprendem a conviver um com o outro e desenvolvem um laço familiar (aqui, vale lembrar que o policial se fechou após a morte da filha).

De forma equilibrada, os roteiristas deram espaço para todos os personagens crescerem, dividindo o tempo de tela de cada um de forma coesa. Enquanto Dustin (Gatten Mattarazzo) cria um vínculo bastante curioso com Steve (Joe Keery) e vira um irmão mais velho do carismático estudante, Lucas (Caleb McLaughlin) serve como ponte para a introdução de Max (Sadie Sink) e vive o primeiro amor. Os novos personagens, aliás, conseguem ser introduzidos sem grandes problemas. Sean Austin, como Bobby, entrega graça e saudosismo à trama, completando o núcleo da família Byers.

De negativo, fica a participação de Jonathan (Charlie Heaton). O fotógrafo serve, basicamente, como suporte para as ações de Nancy (Natalia Dyer). Uma pena! Já Billy (Dacre Montgomery), o vilão humano com ares de Stephen King, fica como promessa para a próxima temporada. O rapaz deve crescer ganhar ainda mais no futuro.

Como já era esperado, Stranger Things segue com ótimas referências aos anos 80 – fato que aquece os coração dos mais nostálgicos. Assim, não faltam menções aos cenários da cultura pop e boa música. No entanto, mais uma vez, a obra consegue ir além, ao instigar o telespectador a criar as mais mirabolantes teorias sobre os próximos acontecimentos e deixar no público com aquele gostinho de quero mais. Afinal, será que o Papa (Matthew Modine) vai voltar? E o que vai acontecer com o Monstro das Sombras?

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Uma das séries de maior sucesso da Netflix retornou para a segunda temporada com toda a pompa e circunstância! Depois de um primeiro ano arrebatador e introdutório, a atração está de volta para solucionar os mistérios que ficaram em aberto e mostrar as consequências do ataque do Dermogogon na pequena cidade de Hawkins. O novo ano de Stranger Things começa exatamente um ano após os acontecimentos da primeira temporada (estratégia, aliás, que serviu para disfarçar o crescimento de seu elenco infantil). Nesse sentido, é possível ver um Will (Noah Schnapp) assombrado pelo Mundo Invertido, para onde foi levado no início da história, e uma Joyce (Winona Ryder) ainda mais superprotetora. É a partir do trauma do garoto que todo o novo ano se desenvolve. Com menos sustos e um roteiro melhor trabalhado, a série retorna com um show de interpretação de Noah Schnapp, ator bem pouco utilizado anteriormente. Eleven (Millie Bobby Brown) é outra personagem que ganha profundidade. A jovem deixa de ser apenas uma experiência de laboratório, descobre detalhes de seu passado e aprende a controlar melhor os seus poderes. Ponto positivo também para a relação construída entre a menina e Hopper (David Harbour). Solitários e individualistas, os dois aprendem a conviver um com o outro e desenvolvem um laço familiar (aqui, vale lembrar que o policial se fechou após a morte da filha). De forma equilibrada, os roteiristas deram espaço para todos os personagens crescerem, dividindo o tempo de tela de cada um de forma coesa. Enquanto Dustin (Gatten Mattarazzo) cria um vínculo bastante curioso com Steve (Joe Keery) e vira um irmão mais velho do carismático estudante, Lucas (Caleb McLaughlin) serve como ponte para a introdução de Max (Sadie Sink) e vive o primeiro amor. Os novos personagens, aliás, conseguem ser introduzidos sem grandes problemas. Sean Austin, como Bobby, entrega graça e saudosismo à trama, completando o núcleo da família Byers. De negativo, fica a participação de Jonathan (Charlie Heaton). O fotógrafo serve, basicamente, como suporte para as ações de Nancy (Natalia Dyer). Uma pena! Já Billy (Dacre Montgomery), o vilão humano com ares de Stephen King, fica como promessa para a próxima temporada. O rapaz deve crescer ganhar ainda mais no futuro. Como já era esperado, Stranger Things segue com ótimas referências aos anos 80 – fato que aquece os coração dos mais nostálgicos. Assim, não faltam menções aos cenários da cultura pop e boa música. No entanto, mais uma vez, a obra consegue ir além, ao instigar o telespectador a criar as mais mirabolantes teorias sobre os próximos acontecimentos e deixar no público com aquele gostinho de quero mais. Afinal, será que o Papa (Matthew Modine) vai voltar? E o que vai acontecer com o Monstro das Sombras? Gosta de televisão? Então aqui é o seu lugar. Siga a Revista Pixel TV no Facebook, no Twitter e também no Instagram.

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Roteiro
Direção
Elenco

Sabendo explorar a evolução dos personagens, o sucesso da Netflix voltou dando continuidade a antigas histórias e começando novos temas.

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